"Algumas mães necessitam de filhos felizes e respeitados; outras, de filhos infelizes: senão, sua bondade de mãe não pode se mostrar."
NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 200.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Registro do simbólico - Lacan
"Antes mesmo de falarmos, já falam de nós. Antes de sermos amados e segurados no colo da mãe e de outras pessoas, antes do nascimento e, às vezes, anos antes de sermos concebidos, já fomos objeto da fala. Em algumas famílias, espera-se - ou teme-se - a chegada de um filho ou uma filha desde longa data. Noutras, uma criança pode ser concebida como substituta de um bebê ou um parente morto. Ricos e pobres, doentes e sadios, os pais imaginam toda sorte de coisas para seus filhos. Essas expectativas - juntamente com o discurso cultural sobre o valor dos filhos masculinos e femininos, nascidos dentro e fora do casamento, de pais jovens e velhos, heterossexuais e homossexuais - não podem deixar de afetar a subjetividade dos filhos, sua maneira de dizer 'eu sou'. Às vezes, tudo o que a pessoa sabe sobre essa história complexa de ser objeto da fala é seu nome e quem é seu xará. Os nomes, que nos são dados com um gesto ilusioriamente simples, são recheados de esperança, rememoração e medo".
Luepnitz, Deborah Anna. Os porcos-espinhos de Schopenhauer: a intimidade e seus dilemas. José Olympio: Rio de Janeiro, 2006. p. 188.
Luepnitz, Deborah Anna. Os porcos-espinhos de Schopenhauer: a intimidade e seus dilemas. José Olympio: Rio de Janeiro, 2006. p. 188.
Citação de uma observação da romancista Fay Weldon
"A maior vantagem de não ter filhos deve ser a possibilidade de continuar acreditando que se é uma boa pessoa. Depois de ter filhos, a gente compreende como começam as guerras".
Luepnitz, Deborah Anna. Os porcos-espinhos de Schopenhauer: a intimidade e seus dilemas. José Olympio: Rio de Janeiro, 2006. p. 15
Luepnitz, Deborah Anna. Os porcos-espinhos de Schopenhauer: a intimidade e seus dilemas. José Olympio: Rio de Janeiro, 2006. p. 15
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